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	<description>Cooperativa dos Médicos do Brasil</description>
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		<title>Garotas não estão completando vacinação contra HPV</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:20:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um levantamento feito pela Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que a taxa que mulheres que terminam o ciclo de três doses da vacina contra o HPV está diminuindo. Foram avaliados registros de mais de 270 mil meninas e mulheres que receberam a primeira dose da vacina entre 2006 e 2009. O índice de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento feito pela Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que a taxa que mulheres que terminam o ciclo de três doses da vacina contra o HPV está diminuindo. Foram avaliados registros de mais de 270 mil meninas e mulheres que receberam a primeira dose da vacina entre 2006 e 2009.</p>
<p>O índice de mulheres jovens que completaram as três doses no período de um ano caiu de 50% em 2006 para 22% em 2009. O único grupo em que houve aumento do término do ciclo foi entre mulheres com mais de 27 anos – passando de 15% para 24%. A vacina hoje está indicada para mulheres de até 26 anos. Entre as meninas de 9 a 12 anos que eram vacinadas por pediatras houve uma tendência maior de terminar a vacinação. O mesmo foi constado entre mulheres que eram vacinadas por seus ginecologistas em vez de tomarem a vacina em ambulatórios.</p>
<p>A eficácia da vacina contra o HPV está comprovada apenas quando a pessoa toma as três doses da vacina.</p>
<p>Da redação do Uol Mulher</p>
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		<title>SP vai oferecer teste rápido de sífilis pelo SUS</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:59:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá oferecer testes rápidos gratuitos para triagem de sífilis, doença sexualmente transmissível, pelo SUS (Sistema Único de Saúde) a partir de junho. Inicialmente o Programa Estadual de DST/Aids capacitou profissionais  de saúde dos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e Serviços de Assistência Especializada (SAE) de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá oferecer testes rápidos gratuitos para triagem de sífilis, doença sexualmente transmissível, pelo SUS (Sistema Único de Saúde) a partir de junho.</p>
<p>Inicialmente o Programa Estadual de DST/Aids capacitou profissionais  de saúde dos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e Serviços de Assistência Especializada (SAE) de 39 municípios paulistas. Até o final deste ano serão capacitadas mais 50 cidades. A ideia é que até 2013 os testes rápidos de triagem de sífilis cheguem a todos os serviços de testagem do Estado, localizados em 145 municípios e funcionam como referências regionais.</p>
<p>A realização do teste é simples. Da mesma forma que ocorre com o teste rápido anti-HIV, retira-se uma amostra de sangue para análise, coletada por punção digital ou venosa. O resultado sai entre 10 e 15 minutos.</p>
<p>Segundo Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids, a implantação do teste rápido para triagem da sífilis contribuirá para a efetivação do Plano de Eliminação da Transmissão Vertical, que tem como meta eliminar a sífilis congênita em todo o Estado até 2015.</p>
<p>No Estado de São Paulo, a taxa de prevalência de sífilis em parturientes de 15 a 49 anos de idade é de 1,6%. Além disso, 40% dos casos de sífilis congênita resultam em perdas fetais (abortos e natimortos).</p>
<p>Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a eliminação da doença significa ter 0,5 casos em mil nascidos vivos. São Paulo mantém, como taxa de incidência, 1,92 casos em mil nascidos vivos.</p>
<p>O Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids mantém um serviço telefônico gratuito para tirar dúvidas da população sobre sífilis e demais doenças sexualmente transmissíveis. O telefone é o 0800-16-25-50 e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.</p>
<p>Da redação do Uol Saúde</p>
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		<title>Menina de 10 anos tem tumor do tamanho de bola de futebol removido do abdome</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:29:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma menina britânica de dez anos de idade teve um tumor de três quilos &#8211; do tamanho de uma pequena bola de futebol &#8211; removido de seu abdômen. A mãe de Eliana Mann, Tara, disse que a vida da menina foi transformada pela complexa operação, realizada no Hospital Infantil de Great Ormond Street, em Londres. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma menina britânica de dez anos de idade teve um tumor de três quilos &#8211; do tamanho de uma pequena bola de futebol &#8211; removido de seu abdômen.</p>
<p>A mãe de Eliana Mann, Tara, disse que a vida da menina foi transformada pela complexa operação, realizada no Hospital Infantil de Great Ormond Street, em Londres.</p>
<p>Apesar de ser benigno, o tumor poderia ser fatal se continuasse a crescer.</p>
<p>&#8220;Se ela não tivesse o tumor removido, ele acabaria crescendo, crescendo e crescendo e acabaria a matando simplesmente devido a seu tamanho&#8221;, disse Tara à BBC.</p>
<p>&#8220;Não tínhamos muita opção. Foi uma operação vital.&#8221;</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>Os primeiros indícios de que alguma coisa não ia bem apareceram no verão de 2009. Eliana não estava se desenvolvendo de forma normal: seus pés não cresciam havia dois anos, ela não se alimentava bem e estava cansada o tempo todo.</p>
<p>Seu pai, Paul, achou que a barriga da menina estava dura demais. O médico concordou e pediu exames.</p>
<p>Quando o enorme tumor benigno foi descoberto, os médicos tentaram reduzi-lo com quimioterapia, mas após um ano e meio de tratamento, ele ainda estava aumentando de tamanho.</p>
<p><strong>&#8216;Caso raro&#8217;</strong></p>
<p>Em julho de 2011, foi tomada a decisão de remover o tumor.</p>
<p>&#8220;Este tipo de tumor nesta localização é muito raro. Vemos menos de um por ano no Great Ormond Street Hospital&#8221;, disse o cirurgião Edward Kiely.</p>
<p>Havia uma chance em dez de que a operação não desse certo. Foram nove horas de cirurgia e diversos pedaços de tumor foram retirados, o maior deles pesando três quilos.</p>
<p>Em setembro, Eliana voltou para a escola e, segundo a mãe, ela é uma nova criança.</p>
<p>&#8220;Ela está crescendo, ganhou peso, tem muita energia. Ela luta boxe, joga netball e faz natação&#8221;, conta Tara.</p>
<p>A história de Eliana foi tema de um documentário que vai ao ar no canal BBC2, na Grã-Bretanha, na noite desta terça-feira.</p>
<p>Da redação do Uol Saúde</p>
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		<title>Brasil terá banco de células-tronco coletadas da população</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:32:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[duzida. Uma equipe de 17 pesquisadores vai desenvolver na Universidade de São Paulo (USP) Ao contrário das células-tronco embrionárias, que são células-tronco humanas naturais, as células-tronco induzidas são células adultas, coletadas em alguma parte do corpo, geralmente a pele, que são induzidas artificialmente para readquirir a capacidade de formar qualquer tecido do corpo. Brasileiros em laboratório O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>duzida.</p>
<p>Uma equipe de 17 pesquisadores vai desenvolver na Universidade de São Paulo (USP)</p>
<p>Ao contrário das células-tronco embrionárias, que são células-tronco humanas naturais, as células-tronco induzidas são células adultas, coletadas em alguma parte do corpo, geralmente a pele, que são induzidas artificialmente para readquirir a capacidade de formar qualquer tecido do corpo.</p>
<p><strong>Brasileiros em laboratório</strong></p>
<p>O banco será formado a partir de amostras de sangue coletadas pelo Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa), uma iniciativa do Ministério da Saúde que irá monitorar, com entrevistas e exames clínicos, a saúde de 15 mil pessoas ao longo de 30 anos para avaliar os fatores de risco de doenças crônicas.</p>
<p>&#8220;Isso vai acabar servindo, em um futuro bem próximo, como uma população brasileira <em>in vitro</em>&#8220;, diz a coordenadora do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias, Lygia Vieira Pereira, referindo-se à disponibilidade das células dos brasileiros em laboratório, uma espécie de biblioteca celular da população, pronta para estudos.</p>
<p>&#8220;Então, no caso de uma nova droga, antes dela ser lançada, tem que ser testada na população brasileira para ver se ela é tóxica. A gente poderia, antes de ir para as pessoas, testar nas células, na população brasileira <em>in vitro</em>,&#8221; exemplifica a pesquisadora.</p>
<p>Outra utilização, prevista por Lygia, diz respeito ao próprio estudo de como se desenvolvem as doenças crônicas. &#8220;A gente pega os dados clínicos dessas pessoas e vemos quantas têm depressão. Será que a gente consegue enxergar isso nas células delas? A gente conseguiria prever que essas pessoas teriam depressão?&#8221; diz.</p>
<p><strong>Reprogramação celular</strong></p>
<p>Segundo a pesquisadora, as primeiras consultas ao banco de células-tronco deverão começar a ser feitas em dois ou três anos, mas o sistema precisará de pelo menos cinco anos para começar a funcionar plenamente.</p>
<p>Isto porque o processo de criação das células-tronco induzidas ainda não está totalmente desenvolvido, sobretudo para um trabalho em grande escala como o que se está propondo.</p>
<p>A técnica de reprogramação celular, que consegue transformar uma célula da pele, por exemplo, em célula embrionária, foi inventada por pesquisadores japoneses, gerando as chamadas células-tronco pluripotentes induzidas.</p>
<p>Nesse caso, não são usados óvulos e nem embriões, partindo-se das chamadas células somativas.</p>
<p>Essas células podem ter vários usos não-reprodutivos. &#8220;A gente ainda não consegue fazer um fígado <em>in vitro</em>, mas essa célula [embrionária] consegue virar todas as células que existem em um fígado&#8221;, teoriza Lygia.</p>
<p><strong>Células-tronco pluripotentes induzidas</strong></p>
<p>Para os especialistas, as células-tronco pluripotentes induzidas podem ser uma alternativa às clonagens reprodutiva e terapêutica, proibidas no Brasil pela Lei de Biossegurança (Lei nº 11.105/2005).</p>
<p>Essa proibição da clonagem humana abrange a transferência de um embrião para um útero com o propósito de originar um clone (clonagem reprodutiva) e o desmembramento em laboratório de células-tronco embrionárias para formar tecidos destinados a transplantes no próprio indivíduo (clonagem terapêutica).</p>
<p>Além dessa restrição, a lei só permite uso de embriões congelados, com autorização dos pais genéticos, até março de 2005, quando a lei foi publicada, o que faz com que o estoque de células-tronco embrionárias no Brasil seja restrito.</p>
<p>Da redação do Diário da Saúde</p>
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		<title>Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:30:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids. O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids.</p>
<p>O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição do Truvada para homens homossexuais HIV-negativos, e por 19 votos a 2 (uma abstenção) receitar a droga para cônjuges não infectados cujos parceiros têm Aids.</p>
<p>O Truvada atualmente está disponível como tratamento para soropositivos em combinação com outras drogas antirretrovirais e a FDA o aprovou em 2004. A fabricante de medicamentos Gilead Sciences Inc., da Califórnia, apresentou uma solicitação para poder comercializá-lo com objetivos de prevenção.</p>
<p>Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga, fabricada pela Gilead Sciences, ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%.</p>
<p>Mas críticos observam que a pílula é cara &#8211; custa até US$ 14 mil ao ano &#8211; e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.</p>
<p>Os dados usados provêm principalmente do Estudo de Prevenção do HIV iPrEx, pesquisa realizada entre julho de 2007 e dezembro de 2009 em seis países: Brasil, Equador, Peru, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos.</p>
<p>O estudo foi realizado com 2.499 homens homossexuais, inclusive 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente ativos, mas não infectados com o vírus causador da Aids.</p>
<p>Os participantes foram selecionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada &#8211; combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 milligramas de tenofovir disoproxil fumaratoo &#8211; ou um placebo.</p>
<p>Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão seguido do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo.</p>
<p>O método de ingestão do medicamento antes da potencial exposição ao HIV é denominado profilaxia pré-exposição (PrEP).</p>
<p>Depois da publicação do estudo no periódico New England Journal of Medicine, alguns especialistas saudaram os resultados, denominando-os de uma virada de mesa e a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por HIV.</p>
<p>No entanto, outros alertaram para os riscos de se depender nas pessoas &#8211; particularmente naquelas que já tiveram comportamentos de risco &#8211; em ingerir uma pílula diária.</p>
<p>&#8220;Poderá haver um aumento do risco para os homens que, acreditando falsamente estar 100% protegidos, parassem de usar preservativos. Uma redução no uso do preservativo significaria um risco maior de transmissão e disseminação de um vírus resistente a medicamentos&#8221;, alertou em um comunicado a Aids Healthcare Foundation.</p>
<p>&#8220;Os 44% que se beneficiaram do Truvada no estudo iPrex foram aconselhados mensalmente e fizeram exames frequentes para detectar infecções sexuais, algo que não é verossímil no mundo real&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Os homens homossexuais representam mais da metade dos 56 mil novos casos de HIV nos Estados Unidos, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.</p>
<p>Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.</p>
<p>Da redação do Uol Saúde</p>
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		<title>Adesivo contraceptivo dobra o risco de coágulo em relação à pílula</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:40:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mulheres que usam um anel vaginal ou adesivo na pele para evitar uma gravidez indesejada têm em torno de duas vezes mais chances de desenvolver um coágulo de sangue, em comparação com as que tomam pílula anticoncepcional, segundo estudo feito pela Universidade de Conpenhagen. As informações são do Daily Mail. Todos os tipos de pílulas aumentam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p>Mulheres que usam um anel vaginal ou adesivo na pele para evitar uma gravidez indesejada têm em torno de duas vezes mais chances de desenvolver um coágulo de sangue, em comparação com as que tomam pílula anticoncepcional, segundo estudo feito pela Universidade de Conpenhagen. As informações são do <em>Daily Mail</em>.</p>
<p>Todos os tipos de pílulas aumentam ligeiramente o risco do problema, que pode levar à trombose venosa profunda na perna ou no braço e, potencialmente, à fatal embolia pulmonar. Porém, uma pesquisa dinamarquesa concluiu que o perigo é ainda maior quando se trata de outros métodos contraceptivos.</p>
<p>Mulheres que usam o adesivo na pele têm cerca de oito vezes mais propensão a ter trombose venosa e aquelas que usam o anel vaginal têm 6,5 ??vezes mais chances, contra as que não usam qualquer tipo de contracepção hormonal.</p>
<p>A equipe, liderada pelo professor Xjvind Lidegaard, revisou os dados sobre métodos contraceptivos hormonais não orais em relação à trombose venosa em todas as dinamarqueses não-gestantes entre 15 e 49 anos, de 2001 a 2010. Os resultados vieram a partir de dados de 3.434 diagnósticos confirmados do coágulo.</p>
<p>Da redação do Terra Saúde</p>
</div>
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		<title>Abertas inscrições para Curso de Formação em Cooperativismo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 15:05:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Pernambuco, Sescoop/PE, vai ministrar, no dia 15/05, das 8h às 17h, o Curso de Formação em Cooperativismo. O objetivo é oportunizar aos participantes uma compreensão básica e uma reflexão conjunta sobre o cooperativismo como movimento associativo e organização empresarial. Na programação serão abordados temas como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Pernambuco, Sescoop/PE, vai ministrar, no dia 15/05, das 8h às 17h, o Curso de Formação em Cooperativismo. O objetivo é oportunizar aos participantes uma compreensão básica e uma reflexão conjunta sobre o cooperativismo como movimento associativo e organização empresarial.</p>
<p>Na programação serão abordados temas como direitos e deveres dos cooperados, cooperativismo no Brasil, ato cooperativo, diferenciação entre sociedades cooperativas, dentre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 12/05, pelo email <a href="mailto:Ana.porto@pernambucocooperativo.coop.br">Ana.porto@pernambucocooperativo.coop.br</a>.</p>
<p>Mais informações: (81) 3032-8300</p>
<p>Da redação da Coomeb PE</p>
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		<title>Irregularidade em clínica pode ter causado cegueira</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 14:34:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Investigação realizada pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) na clínica particular Instituto da Visão de Pernambuco, em Caruaru,apontou três fatores de risco que podem ter causado cegueira em quatro mulheres que se submeteram a cirurgias de catarata no final de março: deficiência na esterilização de materiais e instrumentais cirúrgicos, contaminação da água com coliforme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Investigação realizada pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) na clínica particular Instituto da Visão de Pernambuco, em Caruaru,apontou três fatores de risco que podem ter causado cegueira em quatro mulheres que se submeteram a cirurgias de catarata no final de março: deficiência na esterilização de materiais e instrumentais cirúrgicos, contaminação da água com coliforme e inadequada estrutura física.</p>
<p>As quatro pacientes apresentaram complicações no pós-operatório, com inflamação no globo ocular &#8211; provocada pela bactéria Serratia marcescens, do grupo Coliforme &#8211; evoluindo para uma cegueira irreversível. Cada uma delas perdeu a visão de um olho. Elas chegaram a fazer transplante de córnea, no Recife, na busca de recuperar a vista perdida. Sem sucesso.</p>
<p>A investigação, iniciada dia 30 de março, constou de inspeção sanitária na clínica, análise dos prontuários dos pacientes, livro de cirurgias e fichas de ocorrência, entrevistas com médicos, funcionários e pacientes e avaliação dos laudos de análise microbiológica da água.</p>
<p>O relatório final da investigação, divulgado nesta terça-feira, será, de acordo com o gerente geral da Apevisa, Jaime Brito, encaminhado para todos os órgãos que apuram o caso, a exemplo da Polícia Civil, Ministério Público estadual (MPPE) e Vigilância Sanitária de Caruaru, além das pacientes que ficaram cegas, no caso de pretenderem levar o caso à justiça. A clínica foi autuada e está interditada.</p>
<p>Da redação do Uol Saúde</p>
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		<title>Mouse tem mais germes do que vaso sanitário, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 14:11:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mouse de computador é três vezes mais sujo do que um vaso sanitário. Isso é o que revelou  uma  pesquisa realizada pelo Initial Washroom Hygiene. O estudo comparou 158 itens de 40 mesas de trabalho em três escritórios a dados coletados em assentos de banheiros de diversos prédios. O resultado assustador seria explicado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mouse de computador é três vezes mais sujo do que um vaso sanitário. Isso é o que revelou  uma  pesquisa realizada pelo Initial Washroom Hygiene. O estudo comparou 158 itens de 40 mesas de trabalho em três escritórios a dados coletados em assentos de banheiros de diversos prédios.</p>
<p><strong></strong>O resultado assustador seria explicado pelo fato de que muitos usuários comem diante do computador, prática que transforma o local de trabalho em terreno fértil para germes e bactérias. Além disso, a gordura e resíduos acumulados nas mãos vão para o mouse e dispositivos elétricos não são limpos com a mesma frequência que outros itens do escritório.</p>
<p>A pesquisa também constatou que os mouses dos homens são mais sujos que os das mulheres, com aproximadamente 40% de bactérias a mais.</p>
<p>O segundo item mais sujo do escritório é o teclado, seguido pelo telefone e cadeira.</p>
<p>Da redação do  Yahoo! Brasil</p>
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		<title>Emagrecedores e Prozac são usados juntos no país</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 14:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>coomeb</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A análise do consumo de redutores de apetite e do antidepressivo fluoxetina (princípio ativo do Prozac) sugere que as duas substâncias vinham sendo usadas de forma combinada, conduta que não é recomendada se o objetivo é só emagrecer. A associação das drogas é defendida por alguns médicos para pacientes obesos e com depressão ou compulsão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A análise do consumo de redutores de apetite e do antidepressivo fluoxetina (princípio ativo do Prozac) sugere que as duas substâncias vinham sendo usadas de forma combinada, conduta que não é recomendada se o objetivo é só emagrecer.</p>
<p>A associação das drogas é defendida por alguns médicos para pacientes obesos e com depressão ou compulsão por comida. Por outro lado, a combinação dos remédios pode indicar um uso abusivo com foco na redução do peso, explicam especialistas.</p>
<p>Problemas com esse tipo de associação foram objeto de pesquisa realizada pelo Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) há três anos.</p>
<p>Agora, a união entre os moduladores de apetite anfepramona, mazindol e femproporex (banidos pelo governo no ano passado) e da sibutramina (mantida com novas regras) com o antidepressivo fluoxetina foi medida em estudo publicado na edição de fevereiro da &#8220;Revista da Associação Médica Brasileira&#8221;.</p>
<p>A pesquisa, que mediu as vendas dos remédios no país, dá fortes indícios de que o consumo casado vinha sendo prática corrente. No entanto, o trabalho não verificou as receitas em si.</p>
<p>Foram analisadas várias situações que poderiam estar relacionadas ao uso dos emagrecedores em 2009, ano de coleta dos dados, como ser do sexo feminino, ter maior renda e escolaridade ou consumir certas substâncias.</p>
<p>&#8220;Para nossa surpresa, a variável mais significativa foi a relação entre a fluoxetina e os moduladores de apetite, o que não é recomendado nem pelo Conselho Federal de Medicina nem pela Anvisa&#8221;, explica Daniel Mota, técnico especializado em regulação e vigilância sanitária da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e autor da pesquisa -feita de forma independente da agência.</p>
<p>O estudo, feito com um modelo econométrico que agrega a venda nacional dos medicamentos e a população adulta brasileira, conclui que cada 1 mg/per capita de aumento no consumo do antidepressivo produz a elevação do consumo de moduladores em 1,66 mg/per capita.</p>
<p>Walmir Coutinho, do departamento de obesidade da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), diz que não recomenda o uso associado dos remédios por faltarem estudos que atestem sua segurança.</p>
<p>Ele explica que o consumo isolado da fluoxetina leva à perda de peso, mas esse efeito acaba sendo revertido depois. Por isso o antidepressivo não é usado como emagrecedor. Para Coutinho, a mistura de vários elementos em fórmulas para emagrecer é a venda de uma &#8220;ilusão&#8221;.</p>
<p>Cláudia Cozer, uma das diretoras da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade), afirma que a combinação das drogas pode causar letargia e apatia, mas relativiza os danos quando o uso é por tempo limitado com acompanhamento médico.</p>
<p>Um dos usos benéficos da combinação, diz Cozer, é no controle da ansiedade e da compulsão alimentar.</p>
<p>Para o endocrinologista Alfredo Halpern, o problema está no uso casado em fórmulas para emagrecer. &#8220;Vi fórmulas absurdas, que juntam não só anfepramona e femproporex com fluoxetina mas diurético, hormônio de tireoide. É condenável. Por outro lado, o indivíduo pode precisar de uma fluoxetina porque é ansioso ou deprimido, não há por que proibir.&#8221;</p>
<p>Da redação do Uol Saúde</p>
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