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Notcias

22 de fevereiro de 2018

Especialista alerta para risco real de febre amarela urbana nas Américas

Correio Braziliense

A epidemia de febre amarela que afeta as Américas há dois anos, tendo o Brasil como epicentro, pode se propagar para todos os países da bacia do Amazonas e Orinoco e até se tornar urbana – alerta um especialista do Programa de Emergências da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS).

Sylvain Aldighieri, diretor adjunto da OPS, pediu que se combata o mosquito Aedes aegypti, vetor da enfermidade em áreas urbanas, a exemplo da campanha de vacinação no Brasil, e alertou que matar macacos para evitar a febre amarela “é uma loucura total”.
A seguir, um resumo da entrevista de Aldighiere com a Agência France-Presse:

– Em várias zonas das Américas são reportados casos de febre amarela nos últimos dois anos. É o mesmo surto?

– Não, são focos diferentes em ecossistemas diferentes, na Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru e Suriname. A febre amarela selvática é endêmica em parte dos 13 países e territórios das Américas. O surto atual no Brasil é o mais importante desde os anos 1940. Dos mais de 800 casos humanos confirmados nas Américas, entre julho de 2016 e junho de 2017, a grande maioria ocorreu no sudeste do Brasil.

Para ler a matéria na íntegra, clique em: https://goo.gl/m1Nnxa