coomeb - Cooperativa dos Médicos do Brasil

Para visualizar essa anima��o voc� precisa instalar o plugin Flash Player. Fa�a Download.

Notcias

28 de setembro de 2018

Por que o intestino é considerado nosso ‘2º cérebro’ e outros 5 fatos surpreendentes sobre o órgão

G1

Ele tem mais neurônios que a espinha dorsal e age independentemente do sistema nervoso central.

Do que estamos falando?

Certamente, o intestino não foi a primeira opção em que você pensou ao analisar a pergunta, mas trata-se dele – e é justamente por isso que muitos o consideram de “o segundo cérebro” do corpo.

Esse cérebro “independente” em nossas entranhas e sua complexa comunidade microbiana influem no nosso bem-estar geral.

Assim, os médicos acreditam cada vez mais que a função do nosso sistema digestivo vai muito além de simplesmente processar a comida que ingerimos. E mais, eles estão investigando se ele poderia ser usado para o tratamento de doenças mentais ou do sistema imunológico.

A BBC conversou com a doutora Megan Rossi, especialista australiana em saúde intestinal, para descobrir por que devemos prestar mais atenção às nossas barrigas. Aqui, apresentamos alguns fatos surpreendentes sobre o nosso “segundo cérebro”:

1. Um sistema nervoso autônomo
“Diferente de qualquer outro órgão do corpo, nosso intestino pode funcionar sozinho. Tem sua própria autonomia para tomar decisões, não precisa que o cérebro lhe diga o que fazer”, explica a doutora Rossi.

O que “governa” o intestino é o chamado sistema nervoso entérico (SNE), que é uma “sucursal” do sistema nervoso autônomo do corpo – o responsável por controlar diretamente o sistema digestivo.

Esse sistema nervoso se estende pelo tecido que reveste o estômago e o sistema digestivo, e possui seus próprios circuitos neurais.

Embora funcione de forma independente, ele se comunica com o Sistema Nervoso Central (SNC) através dos sistemas simpático e parassimpático.

2. 70% das células do nosso sistema imunológico vivem no intestino
Segundo Rossi, isso torna a saúde do nosso intestino a chave para nossa imunidade às doenças.

A especialista diz que as pesquisas mais recentes indicam que, se você tem problemas intestinais, é mais provável que seja mais vulnerável a doenças comuns, como uma gripe, por exemplo.

3. 50% das fezes são bactérias
Não são apenas restos de comida: aproximadamente metade de nossas fezes é formada por bactérias.

Muitas dessas bactérias são boas, e por isso os transplantes de fezes podem ser uma forma de tratamento vital para alguns pacientes com um microbioma intestinal debilitado.

Para ler a matéria na íntegra, clique em: https://glo.bo/2DOmvFx